DISCURSO (10 MIN) TESOUROS DA PALAVRA DE DEUS REUNIÃO DO MEIO DE SEMANA 2 - 8 DE NOVEMBRO 2026
DISCURSO (10 MIN) TESOUROS DA PALAVRA DE DEUS REUNIÃO DO MEIO DE SEMANA 2 - 8 DE NOVEMBRO 2026
Ajude outros a se beneficiar da misericórdia de Jeová (10 min ou menos)
Vocês já estiveram numa situação em que uma pessoa tinha todo o direito de ficar com raiva de vocês, de cobrar o que lhe era devido, e mesmo assim escolheu perdoar? Lembrar disso costuma deixar uma marca profunda na gente, não é mesmo?
Agora imaginem a seguinte situação: vocês sabem que alguém muito querido está numa grande dificuldade, e vocês conhecem a saída. Conhecem o caminho para escapar. O que vocês fariam? Ficariam calados, ou fariam de tudo para avisá-lo?
Essas duas situações irmãos, se encontram na profecia que vamos analisar neste discurso de hoje. Nela, vemos como Jeová trata o orgulho e a maldade, como Ele trata os que se arrependem, e o que isso nos incentiva a fazer em favor de outras pessoas. Acredito que ,sem dúvida, cada um de nós vai sair daqui com ainda mais vontade de ajudar os outros a conhecer a misericórdia do nosso Deus Jeová.
Portanto, para iniciarmos aqui, por favor, acompanhem comigo a leitura de Jeremias, capítulo cinquenta, versículos catorze, vinte e nove e trinta e um:
Versículo catorze diz assim:
Venham contra Babilônia em formação de batalha por todos os lados,
Todos vocês que armam o arco.
Atirem contra ela, não poupem flechas,
Pois foi contra Jeová que ela pecou.
Agora notem o versículo vinte e nove:
Convoquem arqueiros contra Babilônia,
Todos os que armam o arco.
Acampem ao redor dela; que ninguém escape.
Retribuam-lhe conforme os seus atos.
Façam com ela o mesmo que ela fez.
Pois ela agiu de modo arrogante contra Jeová,
Contra o Santo de Israel.
Enfim, o versículo trinta e um diz:
“Veja! Eu estou contra você, ó insolente”, diz o Soberano Senhor, Jeová dos exércitos,
“Pois tem de chegar o seu dia, o tempo em que ajustarei contas com você.
Então, observaram o que aconteceu aqui? Babilônia era a potência mundial da época. Foi ela que destruiu Jerusalém, queimou o templo e levou o povo de Jeová para o cativeiro. Mas reparem nas palavras que Jeová usa: Babilônia “pecou contra Jeová” e agiu “com presunção”. Presunção é aquela atitude arrogante de quem se acha acima de tudo e de todos, inclusive acima de Deus. Os babilônios maltrataram o povo de Jeová e se orgulharam disso.
E então, o que Jeová decide? Ele condena Babilônia, por causa dos seus pecados graves e da sua atitude arrogante. Ele mesmo diz: “chegou o seu dia, o tempo em que vou lhe pedir contas.” Ou seja, nenhuma nação, por mais poderosa que seja, escapa do julgamento de Jeová quando age com maldade e orgulho.
E qual é a aplicação disso para nós? Que o orgulho é algo muito sério aos olhos de Jeová. Não é preciso ser uma nação poderosa para cair nessa armadilha. Podemos, em pequena escala, nos achar superiores aos outros, achar que não precisamos de conselho ou que não temos o que corrigir. Por isso, vale a pena nos perguntar com sinceridade: estou cultivando a humildade?
Mas será que o julgamento é a última palavra de Jeová? Será que não havia esperança para quem tinha errado? Vejamos o que Jeová diz sobre o Seu próprio povo.
Por favor, acompanhem agora comigo a leitura de Jeremias, capítulo cinquenta, versículo vinte:
Jeremias, capítulo cinquenta, versículo vinte diz assim:
“Naqueles dias e naquele tempo”, diz Jeová,
“A culpa de Israel será procurada,
Mas não haverá nenhuma,
E os pecados de Judá não serão achados,
Pois perdoarei aqueles que eu deixar sobreviver”.
Percebam a força dessa promessa. O povo de Israel e de Judá não era perfeito. Eles tinham cometido pecados graves, e por isso sofreram as consequências. Mas Jeová diz que, depois, se alguém procurasse o erro deles, não o encontraria. Não encontraria nem o menor vestígio. É como se esses pecados tivessem sido apagados.
Isso mostra que Jeová perdoou completamente os israelitas que se arrependeram. Notem a palavra “completamente”. Jeová não perdoa pela metade, nem fica relembrando o erro para humilhar a pessoa. Quando há arrependimento sincero, o perdão é total.
E qual é a aplicação disso para nós? Que, se já cometemos erros e nos arrependemos de verdade, podemos confiar que Jeová realmente nos perdoou. Às vezes, alguém continua se sentindo indigno, carregando a culpa por algo que já foi perdoado. Esse texto nos garante que a misericórdia de Jeová é maior do que os nossos erros. E isso também nos ensina a não tratar os outros de forma diferente, nem a lembrar constantemente das falhas de quem se arrependeu.
Agora, uma pergunta importante. Se Jeová é tão misericordioso, e se existem pessoas que ainda estão presas num sistema que Ele condena, o que podemos fazer por elas? Como podemos imitar essa misericórdia? Por favor voltem ai mesmo capítulo.
Jeremias, capítulo cinquenta, mas agora os versículos dois e depois o oito:
Versículo 2 diz assim:
“Anunciem entre as nações e façam uma proclamação.
Ergam um sinal e façam uma proclamação.
Não escondam nada!
Digam: ‘Babilônia foi tomada.
Bel foi humilhado.
Merodaque ficou apavorado.
As imagens dela foram humilhadas.
Seus ídolos repugnantes ficaram apavorados.’
Agora versículo oito:
“Fujam do meio de Babilônia,
Saiam da terra dos caldeus,
E sejam como os animais que saem na frente do rebanho.
Observaram dois verbos muito importantes? Primeiro: “anunciem”, “façam ouvir”, “não escondam”. E o Segundo: “fujam”, “saiam”. Jeová deu duas ordens. Aos que conheciam a verdade, mandou anunciar. Aos que estavam em Babilônia, mandou sair, antes que fosse tarde.
E isso tem uma aplicação direta hoje. Na Bíblia, Babilônia, a Grande, representa o conjunto de todas as religiões falsas, que ensinam mentiras sobre Deus e que também serão julgadas. Os cristãos verdadeiros se esforçam para imitar a misericórdia de Jeová, declarando as boas novas e ajudando as pessoas a sair da religião falsa. Pensem nisto: quando falamos a alguém sobre a verdade, não estamos apenas cumprindo uma tarefa. Estamos dizendo a essa pessoa: “Existe uma saída, e Jeová quer que você a conheça.”
E qual é a aplicação disso para nós? Que a pregação é, antes de tudo, um ato de misericórdia. Muitas pessoas estão sinceramente enganadas, sem saber o que a Bíblia realmente ensina. Se nós tivemos a bênção de conhecer a verdade, será que não temos a responsabilidade e o privilégio de avisar quem ainda não conhece? E quando alguém demora a aceitar a mensagem, lembremo-nos de que Jeová é paciente, e de que não devemos desistir de ninguém.
Então, em resumo, qual é a importância disso para mim e para vocês?
Vimos três coisas. Primeiro, Jeová condena o orgulho e a maldade, e age no tempo certo. Segundo, Jeová perdoa completamente quem se arrepende, e essa é uma das maiores provas do Seu amor. Terceiro, quem recebeu essa misericórdia é incentivado a compartilhá-la com outros, avisando e ajudando as pessoas a saírem do que as mantém afastadas de Deus.
E isso nos leva a uma pergunta para meditarmos neste momento: O que eu estou fazendo, de forma concreta, para ajudar outras pessoas a se beneficiarem da misericórdia de Jeová?
Pensem nisso com sinceridade. Talvez seja falar com mais frequência com um colega de trabalho, um vizinho ou um parente. Talvez seja voltar a visitar alguém que demonstrou interesse e que deixamos de procurar. Ou talvez seja orar a Jeová pedindo coragem e oportunidades. Cada pequeno passo conta, porque cada pessoa que sai de Babilônia e encontra a verdade é alguém que passa a conhecer a misericórdia de Jeová.
Portanto, queridos irmãos e irmãs, motivado pelo amor, que cada um de nós esteja determinado ao receber essa misericórdia, e levar a outras pessoas. Dessa forma, mostraremos que realmente conhecemos o nosso Deus e queremos imitá-lo.
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Atenciosamente,
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